quarta-feira, 13 de junho de 2012

Florença - Maranello - Verona


7º DIA – 09/09 - FLORENÇA – VERONA
Seguir em direção a MARANELLO – fábrica da Ferrari (cerca de 2h)
Visitar a Fábrica e andar numa Ferrari. Após a visita a fabrica, existem muitas agencias que alugam as Ferrari por pouco tempo, com o custo aproximado de 100,00 Euros por 30 minutos. Será um dos pontos altas da viagem pra mim!









Consultas:

ALMOÇO
Seguir para Verona (cerca de 1h e 30minutos)

VERONA





              É uma cidade italiana da região do Vêneto, província de Verona, com cerca de 256.110 habitantes. A cidade, ao que parece foi fundada pelos Celtas. Mais tarde, foi uma colônia romana em 89, com o nome de Augusta. Foi capital de ducados durante o Reino Lombardo e em 145 foi uma colônia de monges Benedetinos. A cidade foi declarada patrimônio da humanidade pela UNESCO por causa da sua estrutura urbana e arquitetura. Verona é um maravilhoso exemplo de cidade que se desenvolveu progressivamente e sem interrupções durante dois mil anos , integrando elementos artísticos de altíssima qualidade dos diversos períodos que se seguiram, representa também, em um modo excepcional o conceito de uma cidade fortificada em etapas determinantes da historia européia.
           A Praça Bra é o ponto de partida para conhecer Verona e um centro da vida social veronesa, uma grande área rodeada por belos edifícios onde ficam os bares e restaurantes que normalmente são os preferidos dos turistas. Cruzando os Portões da Bra, construídos em 1480, dois grandes arcos por trás dos quais fica a Torre Pentagonal, construída em 1389. O nome “Bra” deriva da palavra "Braida" que em veronês significa “amplo espaço aberto”.



        
          Na praça vê-se a impressionante Arena, um coliseu belíssimo com sua estrutura de arcos de pedra e tijolos que é emoldurada ao fundo pelos edifícios coloridos do século XIX. Construído no século I a.C., é o terceiro maior anfiteatro da Itália, com capacidade para 25 mil pessoas, símbolo máximo da cidade, imponente e orgulhoso. No Verão torna-se palco de inúmeros espetáculos líricos e pop de fama internacional.






           Seguindo-se a Via Roma chega-se Castelvecchio, situado exatamente sobre o primeiro meandro do rio Ádige. Construído em 1355 por Cangrande II della Scala, foi sua residência pessoal. A Ponte Scaligero, que pertence ao castelo, tem três arcos e é um dos monumentos arquitetônicos da cidade. Hoje o Castelvecchio abriga o "Civico Museo di Arte", um dos mais importantes da Itália, cujo rico acervo é dedicado à exposição da pintura veronesa do período dos séculos XIV ao XVIII.




                            A Piazza delle Erbe é uma das mais pitorescas praças de toda a Itália, o centro do Centro Histórico de Verona. Na época romana foi antigo Fórum Romano. Ainda hoje se podem ver a cardus et decumanus maximi - a rua principal de uma cidade da época romana - cruzando uma esquina da praça. Nos tempos medievais ela transformou-se num mercado, que se mantém nela até hoje. Na praça, há uma fonte, a Fontana de Madonna Verona, construída nos tempos medievais – em 1368 - por Cansignorio della Scala, mas retirados de partes de uma fonte termal romana, e também a Case Mazzanti, com seus afrescos na fachada e a L'Edicola de Piazza Erbe. Nesta praça ficam outros edifícios importantes, como o Palazzo del Comune, e o Palazzo dei Giudici.
        Ainda na Piazza delle Erbe fica a Torre Lamberti, a construção mais alta de Verona, com 84 metros, e cuja construção iniciou-se em 1172, levou vários séculos para ser concluída. Mas o enorme relógio só foi colocado em 1779. O Palazzo Mafei, de 1668, no topo do qual podem ser vistas estátuas de seis divindades pagãs: Júpter, Mercúrio, Venus, Apolo, Hércules e Minerva.
         Em frente ao Palazzo Mafei fica uma coluna de mármore com a figura do Leão de San Marco, cópia do de Veneza, que fica na Piazza de San Marco, colocado aqui em 1524, simbolizando as regras de Veneza que dominaram a cidade de Verona. Em 1797, quando Napoleão Bonaparte ocupou Verona, ele foi simbolicamente retirado do topo e posto no chão, tendo sido recolocado no topo apenas em 1886, depois da unificação da Itália.

        O Arco della Costa (Arco da Costela) fica entre o Palazzo del Comune e o Domus Nova. Ele conecta a Piazza delle Erbe com a Piazza dei Signori. O arco foi construído no século 15 e seu nome é devido à grande costela de baleia que o decora.

       Logo após cruzar o Arco della Costa chega-se à bonita Piazza dei Signori, ou Piazza Dante (Alighieri). Dante Alighieri nasceu em Florença em 1256 e se apaixonou à primeira vista por Beatrice Portinari quando tinha apenas 9 anos e depois a viu apenas duas vezes, aos 18 e aos 25 anos. Tornou-se o mais importante poeta de sua época, imortalizou sua amada em inúmeros poemas e escreveu "A Divina Comédia".   A estátua homenageia o poeta romântico. Nesta praça estão prédios importantes política, histórica e arquitetonicamente, os mais importantes palácios medievais administrativos de Verona, como o Palazzo del Comune, o Loggia del Consiglio, o Palazzo del Governo e o Domus Nova, sendo o Loggia del Consiglio o mais interessante.

              A famosa Porta Bombardiera, construída em 1687, dá acesso ao pátio do Palazzo del Capitano na Piazza dei Signori. O pátio tem estilos renascentista e gótico com fachadas decoradas com afrescos de Altichiero, pintados no século 14.
      Há uma pequena igreja, chamada Santa Maria Antica, a cerca de 50 metros da Piazza Dante e defronte a ela pode-se ver o Arche Scaligere, as tumbas interessantes dos Scaligere, uma dinastia de nobres que governou Verona e a transformou num importante centro econômico no Século 13. As Tumbas dos Scaligeri, como eram chamadas a importante família Scala, é talvez o maior exemplo de arquitetura gótica da cidade. As tumbas são chamadas de Arche Scaligere.

Casa de Julieta



             Quem vier caminhando da Praça Erbe e descer a Via Cappello procurando a “Casa de Julieta”  deve ter muita atenção, caso contrário certamente passará sem perceber que a tal casa fica no interior de um largo a que se tem acesso por uma estreita e escura via em forma de arco que desemboca num pequeno pátio.
       No pátio fica a Casa de Julieta, sua estátua de bronze de e acima a varanda que se tornou a mais famosa varanda do mundo depois que Zefirelli filomou o romance de Shakespeare. A Casa de Julieta não existe nem existiu, mas foi neste “museu” que residia à amada de Romeu, e neste largo que brigavam os Capuletto e os Montechio.    O romance criado pelo inglês e filmado pelo italiano converteu-se num acontecimento turístico. O edifício, do século 13, foi restaurado em 1935 e serviu de cenário para a residência de Julieta e atualmente pode ser visitado por dentro e por fora.


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JANTAR E HOTEL






sexta-feira, 1 de junho de 2012

Toscana Parte 2 - San gimignano - Siena - Montalcino - Pienza - Montepulcinono - San quirc


6 º DIA – FLORENÇA
Seguir bem cedo para SAN GIMIGNANO (cerca de 1h)





San Gimignano sobe em suas torres, em uma colina (334m de altura) dominando o Val d'Elsa. Sede de uma pequena vila etrusca do período helenístico (séc III-II aC) Sua história começou por volta do século X, tendo o seu nome do santo bispo de Modena: San Gimignano, que salvou a vila das hordas bárbaras. Na verdade, San Gimignano, viu seu o florescimento nas de obras de arte feitas para decorar as igrejas e conventos. Em 1199 tornou-se um município livre . A terrível praga de 1348 e o despovoamento subseqüente jogou San Gimignano em uma grave crise. A cidade tinha, portanto, submeter-se a Florença. De decadência e abandono de séculos depois que ele saiu somente quando começamos a redescobrir a beleza da cidade, sua importância cultural e da identidade original agrícola.
 Piazza Del Duomo  onde estão as preciosidades de San Gimignano. A Collegiatta, uma igreja românica do século XII guarda muitos afrescos que retratam episódios do Velho Testamento, Cenas da Vida de Cristo e o Juízo Final. O palácio, também serve de acesso à mais alta das torres medievais remanescentes. Suba até lá e dê uma olhada na cidade e seus arredores.

O Palazzo Comunale, também conhecido como Palazzo del Popolo ou o novo palácio do Podestá, de San Gimignano é na Piazza del Duomo, entre a Torre Grossa e o alpendre da Cidade. Ele contém o Museu Cívico , com grandes obras de arte de Florença e Siena escolas a partir do décimo terceiro até o século XVI, com os gostos de Marcovaldo Coppo, Lippo Memmi, Benozzo Gozzoli, Filippino Lippi, de Sodoma e de Pinturicchio. O palácio, também serve de acesso à mais alta das torres medievais remanescentes. Suba até lá e dê uma olhada na cidade e seus arredores.
Andar pela Piazza da Cisterna que é a praça do poço – marca do centro da cidade antiga. Sente para tomar um sorvete e um café.



A principal atração de San Giminiano são suas torres - 16 no total. Reza a lenda que no inicio existiam 72, pois cada familia importante da cidade construía uma torre como demonstração de poder. Algumas delas são:
A Torre del Diavolo (torre do diabo) é uma das catorze torres medievais de San Gimignano, está localizada no lado norte da piazza della Cisterna e fazia parte do adjacente construção de Cortesi. A torre é caracterizada por um portal de dupla altura, sugerindo uma passagem antiga: ela a seus pés, abriu o chamado Golden Lane, onde eram as lojas do batedor, que reduziu o metal precioso em tiras finas martelando em florins (ouro, assim, trabalhava era usada principalmente para os quadros pintados fundo dourado);
Torre Rognosa: também conhecida como a Torre do Relógio ou de Podesta torreé uma das maiores e mais bem preservado de San Gimignano. Nasce na Piazza del Duomo do antigo palácio dos Podesta. Eriguida à 1200, pertencia à família Gregori e Oti. São quase 52 metros de altura e é a segunda mais alta torre na cidade após a Torre Grossa (54 m).
Torri del Salvucci: são torres gêmeas de San Gimignano situado na Piazza del Duomo. Pertencia à família mais importante da cidade de Guelph, Salvucci, foram construídos impressionantes para o futuro, de modo a simbolizar a supremacia da família da cidade. Hoje em altura do que antes, porque na época da sua construção, que ultrapassavam a altura de 51 metros da torre Rognosa, apesar de uma proibição expressa para passar uma altura de 1255.
Tomar gelato na Gelateria della Piazza, eleita a melhor sorveteria por vários anos.

Seguir para SIENA (cerca de 53 min)





Segundo a mitologia romana, Siena foi fundada por Sénio, filho de Remo, e podem-se encontrar numerosas estátuas e obras de arte mostrando, tal como em Roma, os irmãos amamentados pela loba. Foi um povoamento etrusco e depois colónia romana (Saena Julia) refundada pelo imperador Augusto. Era, contudo, uma pequena povoação, longe das rotas principais do Império. No século V, torna-se sede de uma diocese cristã.
Visitar:
·        Piazza Del Duomo – Catedral de Siena;



A sua catedral, iniciada em meados do século XII, é um representativo exemplo da arquitetura gótica italiana. A fachada principal, obra de Giovani Pisano, foi terminada em 1380; no interior pode ver-se o púlpito octogonal apoiado sobre leões de Nicola Pisano, e o seu pavimento de mosaicos. Sob a catedral, no baptistério, encontra-se a magnífica pia baptismal com baixo-relevos de Donatello, Ghiberti, Jacopo della Quercia e outros escultores do século XV. A Pinacoteca Nacional de Siena tem importante coleção de obras do Trecento e do Quattrocento.

·        Piazza Del campo ( Fonte Gaia);





A praça principal, em forma de meia-lua, é onde se encontra o Palazzo Pubblico (câmara municipal ou prefeitura, século XIV), com o famoso Campanile (campanário), e onde se encontram os afrescos de Simone Martini e Ambrogio Lorenzetti e relevos da Fuente Gaia de Jacopo della Quercia. Nesta praça também está a alta Torre del Mangio;
·        Igreja de San Domenico;
Outra igreja que também chama a atenção em Siena é San Domenico. Foi construída em homenagem a santa padroeira da cidade, Catarina Benincasa. Ela era filha de um comerciante e aos oito anos decidiu se dedicar a Deus. Além de ter visões, ela recebeu as chagas de Cristo. A casa onde ela nasceu também é aberta para visitações e está cercada por capelas e claustros.

Consultas:

Seguir para MONTALCINO (cerca de 59 min)





La Fortezza – Enoteca
Abbadia di Sant’Antonio

Seguir para PIENZA (cerca de 32min)





No caminho passar pelo Castiglione d’Orcia
Em Pienza:
Cidade medieval tombada pelo Patrimônio Cultural da UNESCO. Percorrer suas vielas e apreciar a linda paisagem.
Destaque: o Pecorino- queijo de cabra famoso na Itália.
Seguir para Montichello onde se tem a melhor vista de Pienza.

Seguir para MONTEPULCINO (cerca de 20min)









Cidadezinha medieval, explorar suas vielas andando e apreciando a paisagem e tomar um gostoso gelato.

Volta para Florença (cerca de 1h 30min).

Toscana Primeira parte - Florença - Lucca - Pisa - Livorno


5º DIA – 07/09 -FLORENÇA



Manhã – Passeio em FLORENÇA
Florença é centro da arte renascentista. Em poucos lugares do mundo estão reunidas tantas obras de artes dos maiores gênios que a humanidade conheceu.
Começamos visitando a Igreja, que é a parte central da cidade. Criada pelo genial arquiteto Brunelleschi, levou quase dois séculos para ficar pronta, é a construção mais famosa da cidade e a quarta maior catedral do mundo. É revestida por mármores verde, rosa e branci e no seu interior encontramos obras de gênios como Zaccari, Donatello, Uccello e Ghiberti.


Ao seu lado A Campanile, projetada por Giotto, que constitui a torre do Duomo e o Batistério, prédio menor a esquerda, construído para batizar os pagãos que não podiam entrar na igreja, suas portas de bronze são um lindo trabalho de Ghiberti.
          

Ali perto (cerca de 7 minutos seguindo a Via Ferdinando Zannetti) encontramos a galeria de arte Accademia onde está a famosa escultura David de Michelangelo e muitas outras.

              
Caminhamos até a Capela dos Médices (em frente a Accademia), um monumento de tão trabalhada, é difícil acreditar que foi feita por mãos humanas. Os túmulos foram esculpidos por Michelangelo.
Vamos ao Museu Casa di Dante (cerca de 10 minutos, voltando pela via Ferdinando Zannetti, passando por detrás do Duomo pegamos a Via dei Calzaioli e viramos a esquerda no Caminho das Tabelas) em homenagem ao famoso Dante Aligheri, autor de A Divina Comédia, podemos conhecer um pouco de sua vida e sua relação com a cidade.
Seguimos então para Piazza della Signoria, coração de Florença e aonde acontece as festas mais tradicionais (cerca de 3 minutos seguindo pela Via de’ Cerchi até a Piazza)e aonde se encontra o Palazzo Vechio residência dos antigos príncipes de Florença que é, atualmente, a sede do município florentino. No seu interior tem um museu que expõe, entre outras, obras de Agnolo Bronzino, Michelangelo, Buonarroti e Giorgio Vasari. Ao seu lado está a Galeria Uffizy que é um mini museu de arte renascentista. Nesta praça podemos ver várias esculturas, podemos destacar o Perseu de Cellini e o Rapto das Sabinas de Giambologna, além da Fontana del Nettuno.





      
Depois vamos a Ponte Vecchio (cerca de 3 minutos seguindo pela Via Vacchereccia e depois pela Via Por Santa Maria) mais um cartão postal da cidade e onde existem diversas joalherias e uma linda vista da cidade.      
Daí podemos ir para Piazza  de Santa Croce ( cerca de 8 minutos voltando até a a Pizza Signoria e pegando a Via gonci Borgo de Creci) onde há a Igreja de Santa Croce . Nela podemos ver os túmulos de Michelangelo, Maquiavel e Galileu e muitos afrescos de Giotto.


Se houver tempo podemos ir até a Piazzale  Michelangelo onde há a melhor vista da cidade, mas é uma subida e tanto.






Dica de restaurantes em Florença:


Trattoria Borgo Antico


  Piazza Santo Spirito 6r, Florença, Itália
   (055) 210 437


http://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g187895-d1103337-r118451411-Trattoria_Borgo_Antico-Florence_Tuscany.html#REVIEWS


All'Antico Vinaio

Via de' Neri 65, 50100 Florença, Itália
0552382723

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187895-d1102253-Reviews-All_Antico_Vinaio-Florence_Tuscany.html

                             
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ALMOÇO
TARDE – seguir em direção a LUCCA ( 1hora):

LUCCA



As duas grandes atrações de Lucca são : suas muralhas e o centro histórico. Pode-se caminhar, sem pressa, e admirar alguns dos mais belos edifícios medievais e renascentistas da Toscana.
A Piazza Napoleone: Esta praça tem o nome de Napoleão, cuja irmã, Elisa Baciocchi, governou Lucca de 1805 a 1815;





O Palazzo Guinigi: Pertenceu a família que, durante muitos anos, governou Lucca. Fica ao lado da Torre do mesmo nome.

Duomo San Martino: O Duomo do século 11 da cidade destaca-se como um dos exuberantes exemplos do estilo romântico de Lucca;



Igreja San Michele in Foro: Esta Igreja exibe uma mistura de colunas de mármore retorcidas e incrustadas, compondo uma das mais exuberantes fachadas de Lucca.





A Casa de Puccini: A bela casa do século 15 onde nasceu Giácomo Puccini (1858-1924) foi transformada em um santuário do grande compositor de ópera; 

Igreja San Frediano: A impressionante fachada desta igreja possui um mosaico colorido do século 13. Aqui está o Volto Santo - uma escultura que seria da época da crucificação de Cristo. 
Tomar café no Café de Simo, o preferido de Puccini.



Seguir em direção de PISA (cerca de 35 min):



Pequena, mas com monumentos memoráveis, Pisa merece uma visita nem que seja apenas para visitar a Piazza del Duomo, também conhecida por Piazza dei Miracoli, patrimônio mundial da UNESCO. É nesta praça que se encontram os principais monumentos da cidade, um harmonioso grupo de edifícios de beleza ímpar do qual fazem parte, para além da famosa Torre Inclinada de Pisa, a Catedral, conhecida por Duomo, o Camposanto e o Baptistério, onde outrora se realizavam os baptismos.
                   

Consultas:
Seguir em direção a LIVORNO( cerca de 27min)
Passear pela cidade na sua rua principal a Via Grande que começa em frente ao mar e vai até a Piazza della Reppublica, onde estão reunidas as melhores lojas da cidade e tomar um café ou um gelato em frenta a Igreja. Apreciar o por do Sol na Terrazza Mascagni.



        
Consultas:

Voltar para Florença – jantar