terça-feira, 26 de junho de 2012

Bruxelas para Amsterdã


17º DIA – 19/09 – BRUXELAS – AMSTERDAN
Passar por Kinderdijk – cerca de 1h 40 min de carro
Kinderdijk





É uma área que concentra 19 moinhos de vento. Em 1997 foi incluída na lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO. Os moinhos não estão mais em operação, mas estavam até os anos 50. Eles haviam parado o funcionamento em 1927, mas na segunda guerra mundial, com a dificuldade de se conseguir combustível, os moinhos voltaram a operação até os anos 50. A função destes moinhos de vento era movimentar as águas dos canais para um reservatório com o objetivo de manter o nível de água dos canais evitando as enchentes com as quais a Holanda sempre sofreu. A última grande enchente data de 1421. A origem do nome do lugar vem de uma lenda. Kinder significa criança e dijk significa dique. Diz a lenda que durante a grande enchente de 1421, chamada de "Enchente Elizabeth", o berço de uma criança foi mantido em equilíbrio por um gato até a encosta de um dique e o local onde isto ocorreu teve seu nome batizado de kinderdijk. Apesar de não estarem operacionais, podem ser utilizados em caso de emergência como ocorreu durante a Segunda Guerra. Para visitar Kinderdijk não é preciso pagar nada. A área é aberta a público. Pode-se caminhar entre os moinhos ou andar de bicicleta (é possível alugar lá). Carros e motos não são permitidos dentro do parque, mas é possível deixá-los num estacionamento pago na entrada do parque. Há um moinho aberto para visitação de 01 de março a 26 de outubro e paga-se 3,50 euros para visitá-lo.
Além disso, pode-se fazer um passeio de barco pelos canais ao redor dos moinhos. O passeio é pago e custa 3,00 euros por pessoa. A vista do barco é linda e o barco passa por todos os moinhos da área.

Almoçar e seguir para o Castelo Paleis Het Loo cerca de 1h 3 30 min de
Carro
Paleis Het Loo





Localizado nas proximidades de Apeldoorn, o majestoso Palácio Het Loo, pertencente à dinastia dos Orange, revive três séculos de realeza com seus salões suntuosos e jardins esculturais. Este palácio, que foi residência de verão favorita de governantes e da família real holandesa entre 1686 e 1975, é atualmente um museu. O palácio e seus jardins foram restaurados segundo os planos originais que datam do século 17.
Os vários anexos com suas diversas exposições permanentes de objetos históricos, pinturas, porcelanas, prataria, roupas e costumes reais, provam a existência de laços históricos da Casa de Orange-Nassau com os Países Baixos. Uma coleção de carruagens reais, trenós e carros antigos podem ser admirados nos estábulos.
Consultas:


Seguir para Amsterdam cerca de 1h 15 min de carro

18º DIA – 20/09 – AMSTERDAM
Rijksmuseum





O Rijksmuseum tem uma extensa coleção de obras de arte que inclui pinturas, modelos de barco, esculturas, objetos arqueológicos, roupas, armas, gravuras e fotografias, entre outros trabalhos. Sediado em Amsterdã, na Holanda, o museu escolhe as peças que farão parte do seu acervo com base no seu valor histórico. O objeto precisa satisfazer critérios de autenticidade, capacidade visual de expressão e estar inserido num contexto claro de evocação da história da Holanda, tanto no nível nacional quanto no internacional.


Museu do Van Gogh





O museu é imenso e, além de abrigar a maior coleção do mundo de pinturas e desenhos de Van Gogh, tem também obras de amigos, obras que influenciaram e uma área de exposição temporária. Com o maior acervo do mundo de quadros do pintor, o Museu Van Gogh pode ser resumido em uma só palavra: IN-CRÍ-VEL. As obras são dispostas cronologicamente e separadas de acordo com os lugares em que ele viveu – como Paris, Saint-Remy, Arles e Auvers-sur-Oise –, então dá para ver nitidamente a evolução artística e as influências que Van Gogh foi refletindo em suas pinturas. Na primeira parte da exposição, estão alguns quadros de artistas que serviram de referência para Van Gogh. O acervo é tão completo que a gente mergulha por inteiro no universo do artista e, ao final da visita, fica com a impressão de conhecê-lo.


Casa de Anne Frank
Depois que Hilter invadiu a Holanda em 1940, nenhum judeu estava mais seguro ali. Anne Frank e sua família, que viviam em Amsterdam, decidiram se esconder depois que a irmã, Margot Frank, foi convocada para um campo de concentração. Os Frank se refugiaram em um apartamento anexo ao prédio da empresa do pai, Otto Frank, com a ajuda de seus quatro funcionários. A eles, se juntaram a família Van Pels (o pai, a mãe e o filho Peter) e Fritz Pfeffer, um dentista conhecido das duas famílias – eles ficaram por mais de dois anos no esconderijo. Durante esse período, Anne escreveu seu diário retratando como era a vida no anexo: os conflitos, as dificuldades – como a proibição de fazer qualquer barulho, por menor que fosse, enquanto a empresa estava funcionando – seus pensamentos, impressões e sentimentos. Além disso, ela também registrava alguns contos curtos e frases de autores que a inspiravam. A menina queria publicar a obra mostrando a vida no anexo em forma de novela depois que a guerra acabasse, por isso começou a reescrevê-la, mas não teve tempo de terminá-la. O anexo foi descoberto em 1944, através de uma denúncia anônima cuja autoria não foi identificada. Depois disso, os moradores foram levados para diferentes campos de concentração. Anne e Margot morreram de tifo, no campo de Bergen-Belsen. Após o final da guerra, seu pai, o único sobrevivente do grupo recuperou os diários, que ficaram guardados com uma das funcionárias que encobria o grupo no anexo, Miep Gies. A partir daí, Otto Frank dedicou-se a publicação da obra da filha e trabalhou o resto de sua vida pelos direitos humanos. O Diário de Anne Frank já foi traduzido para várias línguas e ganhou adaptações para o teatro e para o cinem. Hoje, a casa onde Anne e sua família se refugiaram durante a segunda Guerra Mundial foi transformada em museu e pode ser visitada todos os dias. O anexo onde Anne e mais sete pessoas viveram durante mais de dois anos hoje está vazio a pedido de Otto Frank. Ele quis que todos os móveis e objetos fossem retirados de lá como forma de lembrar o vazio causado por todas as mortes do Holocausto.

Canal Tour





A Holanda, ou enfim, os Países Baixos tem longa tradição de lidar com a água, e suas cidades, algumas mais, algumas menos, são tipicamente cortadas por canais, construídos desde tempos medievais até hoje em dia. E Amsterdam é completamente recortada por canais, e um dos jeitos mais legais de conhecer os canais de Amsterdam é navegando por eles. Existem diversas empresas que oferecem passeios de barcos pelos canais. Os barcos vão passeando e contando e apontando vários locais históricos e interessantes da cidade. Os passeios duram cerca de uma hora, dependendo da empresa. Na frente da Centraal Station saem diversos tours. Tem também ao lado da Leidseplein. E em muitos outros lugares da cidade. O preço depende do tipo de passeio. 
Vondelpark





Apesar da Holanda estar sempre brigando com o mar e com lagos nesse país tão apertado, eles sempre reservam um espaço para parques e áreas verdes. Amsterdam tem diversos parques muito bonitos, e o mais famoso e o maior deles é o Vondelpark. Ele é amado por toda Amsterdam, assim como por turistas, e está cheio de pessoas desfrutando de um dia de sol, caminhar, correr, andar de patins, ouvir música, ver as pessoas, ou simplesmente descansar na relva. Concertos gratuitos são dados no teatro ao ar livre ou no Verão, no coreto do parque. E tem de tudo no Vondelpark, laguinhos com patinhos e fontes, gramados, flores, coreto cercado de flores, mais laguinhos, cafés, o Filmmuseum (com um café ao lado), pontezinhas românticas, pessoas dos mais diferentes tipos e nacionalidades, jardins de rosas, árvores e mais árvores, pássaros e mais pássaros.

Red Light District





Na Holanda a prostituição é legalizada. Em um fato completamente não-relacionado, os holandeses adoram janelas. Por toda parte você vê casas com enormes janelas, inclusive nos apartamentos que ficam no térreo, direto pra rua. Então as meninas, procurando uma solução pra resolver o conflito entre ficarem expostas ao maior número de interessados possível versus o clima miserável da Holanda, resolveram usar a paixão janelística a seu favor. Então elas alugam os quartinhos com enormes janelas e ficam lá dentro, no quentinho e no seco, de roupas provocantes, como se estivesse em uma vitrine de loja. E assim, em várias cidades da Holanda se formaram "distritos" ou "bairros" (na verdade algumas ruas próximas umas das outras) onde se concentram, hã, as profissionais. O Red Light District é, sim, uma atração turística de Amsterdam, e vai lá todo o tipo de gente. Mesmo. A turistada vai em peso lá, inclusive senhoras, famílias, todo mundo, passeando numa boa, e as meninas lá, na janela, na delas. A polícia patrulha ostensivamente, pra garantir a segurança de todo mundo, e sim, o bairro é muito bonito. E não só isso, também é um bairro residencial e mora um monte de gente lá que não tem nada a ver com a indústria do sexo.

Consultas:

Reims - Bruxelas


15ª DIA – 17/09 – REIMS – BRUXELAS
Cerca de 2h 50 min de viagem de carro
            BRUXELAS





            A Bélgica tornou-se independente da Holanda em 1830. O país prosperou na segunda metade do século 20. Hoje, possui uma economia moderna e é membro da União Européia. A capital da Bélgica, Bruxelas, que também é capital da Comunidade Européia. Com apenas 1 milhão de habitantes, Bruxelas como que foi feita para ser explorada a pé. O francês é a língua local, mas praticamente todo mundo fala inglês. O 'triângulo mágico' da Bélgica é formado pelas cervejas, pelos chocolates e pelas artes plásticas. E o Museu de Belas Artes é o melhor dos pubs ou das 'chocolateries' nesse quesito. Os craques do acervo são pintores do país: o flandrense barroco Peter Paul Rubens e os dois maiores representantes locais do surrealismo, René Magritte e Paul Delvaux. Não à toa, a ala reservada à arte moderna, sobretudo a do século 20, é a mais lotada.

A Grand Place 





            É considerada uma das mais bonitas praças do mundo. Os prédios da Grand Place formam um lindo conjunto arquitetônico, especialmente à noite, quando iluminados. Deles se destacam o Hôtel de Ville, a neo-gótica prefitura de Bruxelas, a Maison de Roi (que nunca serviu de residência para rei algum...) que abriga o Musée de la Ville (Museu da Cidade), a Maison des Ducs de Brabante, em estilo neo-clássico e outros lindos edifícios. Na praça e nos seus arredores concentra-se o agito de Bruxelas: lojas chiques, restaurantes, cafés e cervejarias sempre lotados.


Manneken Piss





             É a estátua de um menino urinando, uma das atrações turísticas de Bruxelas que atrai um monte de curiosos do mundo inteiro. A primeira estátua do Manneken Piss data de 1619, mas foi roubada e mutilada por um maluco em 1817. A estátua que você é uma cópia instalada no final da década de 1820.



Place du Grand Sablon





             Com seus bares da moda, bons restaurantes e lojas. Um bom momento para visitar a Place du Grand Sablon e tomar uma cerveja é a noite. Durante o verão a animação estende-se até tarde.


 Igreja Notre Dame du Sablon





            Foi construída em 1304, numa praça deserta, pelos arqueiros da cidade. Mas foi reconstruída mais tarde no século XV.
Atualmente, esta igreja é uma referência do estilo ojival em toda a Bélgica. No seu interior podemos encontrar 11 magníficos vitrais de 15 metros de altura.


Jardim Petit Sablon





            É um pequeno jardim que fica mesmo em frente à igreja de Notre Dame de Sablon, o jardim está rodeado de colunas, e no cimo de cada coluna há uma estátua que representa um grémio medieval e no centro as estátuas dos condes de Egmont e Horn. É um lugar tranquilo para nos sentarmos um pouco.


Musées Royaux des Beaux-Arts
            Incluem diversos outros museus, como o Musée d Art Ancien, o Musée d Art Moderne. Ambos abrigam um rico acervo de obras de artistas belgas e de outros países da Europa.




Museu Magritte
            Inaugurado em junho de 2009, o Museu Magritte exibe obras do artista surrealista para que lhe dá nome. Localizado no coração de Bruxelas, na Place Royale, o museu está instalado no neo-clássico Hotel Marco Altenloh, soberbamente restaurado em 1984 com o apoio generoso do grupo franco-belga GDF SUEZ e da Fundação Magritte, e opera como parte de dos Museus Reais de Belas Artes da Bélgica. Instantaneamente popular, o museu recebeu mais de 500.000 visitantes em seu primeiro ano de operação.



Mont dês Arts





            A "Montanha das Artes" é um local histórico no centro de Bruxelas, localizado entre o Palácio Real e a Grand Place, nele se tem uma ótima vista da cidade, podendo ser avistado a Grand Place, a Basílica de Koekelberg e até mesmo o Atomium.


Palácio Real





            Construído em 1820, o Palácio Real de Bruxelas é a residência oficial da família real da Bélgica. Em 1904, o rei Leopoldo II ordenou um grande trabalho de renovação e ampliação do palácio, já que o lugar devia representar a grandeza da monarquia belga. Além de ser sua residência oficial, o Palácio Real também é o lugar de trabalho do rei, assim como o local onde se celebram as recepções oficiais.O local fica aberto ao público uma vez a cada ano, depois da festa nacional da Bélgica, do dia 21 de julho até setembro. Durante todo o ano é possível visitar o Hotel Bellevue, que forma parte do Palácio e conta com um museu sobre a monarquia no país.

Parc de Bruxelles - Warandepark





            O Parque de Bruxelas está cercado pelo palácio real, a Rue Ducale, o palácio da Nação e da Rue Royale. É um pulmão verde dentro do coração da cidade. Há muitas coisas para ver: o coreto, estátuas, fontes, shows ao ar livre. É muito próximo: o museu da dinastia, o Palácio de Belas Artes, oTeatro Real du Parc , o Jardim-Petit Sablon, o Jardim Mont-des-Arts e do novo Museu Magritte .



Parlamento Federal Belga
O Parlamento Belga fica em frente ao Parc de Bruxelles, na extremidade inversa ao Palácio Real.



Catedral de St- Michel e St-Gudole
             Em estilo gótico, começou a ser construída na década de 1220 e suas obras tomaram cerca de 300 anos. Seu vitral do século XVI representa o Juízo Final. localizada na Colina Treurenberg, em Bruxelas. É a catedral do Arcebispo de Bruxelas, usada para cerimônias católicas de interesse nacional, como casamentos reais e funerais de Estado.


Colonne du Congrés – Place du Congrés
            A Coluna do Congresso é um monumento que comemora a formação do Estado Belga e foi inspirado na Coluna de Trajano (de Roma). Ao alto da coluna de 47 metros está a estátua do Rei Leopoldo I. Há 4 estátuas em torno do pedestal que representam a Liberdade da União, de Culto, de Imprensa e de Educação. Há também o túmulo de 5 soldados desconhecidos como forma de memorial às vítimas belgas da 1ª Guerra Mundial



16º DIA – 18/09 -  BRUXELAS

Parc du Cinquantenaire





            Inaugurado em 1880 é a mais agradável área verde de Bruxelas. No parque funcionam dois interessantes museus, o Musée Royal d’Art et d Histoire e o Musée Royal de l Armée e d Histoire Militaire.

Musée Royal d’Art et Histoire
Da arqueologia nacional para artes decorativas europeias através de civilizações clássicas da antiguidade e não-europeus, você envia uma fascinante viagem através da arte e história em um belo edifício, criado por Leopold II no parque Jubileu. Aberto de 9h às 17h, preço 5 euros.

Musée Royal de l Armée e d Histoire Militaire
Durante a exposição de 1910, a seção militar foi um grande sucesso com o público. Criaram, então, o Museu Real do Exército e História Militar. Inicialmente, ele foi instalado na Abadia de La Cambre, em seguida, transferido em 1923, em edifícios do Cinquentenário, que ocupa parte da ala norte. Projetado para ser internacional, o museu tem uma coleção de uniformes, armas e veículos de todo o mundo. Não se pode ignorar a seção de armaduras e salão de aviação, impressionante!

Pegar o bonde elétrico ou o Metrô até o Atomium.
            Foi construído em 1958 sob o pretexto da Exposição Universal e sim, ainda hoje é impressionante vê-lo nos jardins de Bruxelas; só temos de imaginar que tipo de monumento seria para os belgas naquela época. Na verdade, serve de miradouro, já que depois de subir as suas escadas temos uma impressionante vista panorâmica da cidade. Por outro lado, desde o centro de Bruxelas, a linha do horizonte belga aparece sempre com a distinta silhueta ao longe do Atomium. É uma visita obrigatória na capital belga.
  
Consultas:

Borgonha 2 - Dijon para Reims


14º DIA – 16/09 – DIJON – REIMS

Cerca de 3 horas de viagem
REIMS





É a cidade francesa da região administratina de Champanha-ardenas onde Clóvis I (primeiro rei dos francos que uniu totalmente a nação bárbara) foi batizado, após ter sido escolhida por Hugo Capeto, primeiro rei da dinastia capetiana, para sede de sua coroação. Passou, então, a ser sede de todas as coroações dos reis franceses posteriores, sendo essas integralmente custeadas pelos burgueses da cidade. Hoje em dia não há mais reis, mas o legado ficou com belos prédios como a Catedral de Notre Dame e o Palais Du Tau.  Atualmente Reims é mais conhecida pela produção da Champagne. A cidade de Reims, e a vizinha Eperney, concentram os endereços mais conhecidos produtores de Champagne. Pode-se visitar em Reims as caves de Ruinart, Taittinger, Pommery, Veuve Cliquot, Martel. Champagne é um vinho espumante, são as bolhinhas e o gás que se formam na garrafa, através de um processo antigo e rigoroso, que lhe dão um sabor especial. Desde o Império Romano, Reims se destacava como local de produção dos melhores vinhos da Europa, o processo foi se aperfeiçoando ao longo do tempo e acabou por dar origem ao conhecido vinho espumante que levou o nome da região onde fica a cidade de Reims, Champagne.
           

Musée Sait-Remi  
Museu de História e Arqueologia da cidade de Reims localizado na antiga abadia beneditina Real Património Mundial pela UNESCO. A Casa medieval, a Fachada do claustro, e grande escadaria do século XVIII ilustram a história local da abadia. Os quartos refletem os mosaicos galo-romanas e medievais. Na Câmara dos Músicos, há quadros pendurados reconstituindo a vida de São Remi (século XVI).
Funciona de 2ª a 6ª feira de 14h às 18h 30 e sábados de 14h às 19h, a entrada custa 3 euros.

PALAIS DU TAU
Casa dos antigos Bispos que na época tinham muito mais influência que os políticos. Foi construído em 1690, todo em pedra, ao lado da Catedral e reconstruído várias vezes, a última vez  após o fogo das bombas, em 1914. Entre as relíquias que se podem ver há um cálice do século XII, utilizado na comunhão dos reis e um crucifixo usado por Carlos Magno. Andando pelo salão inferior, a Capela Palatina, a sala de Tau, a sala Charles X, o Museu da Catedral e o tesouro, vemos uma rica coleção de lapidação e uma coleção de obras de arte que evocam a história do palácio e da catedral de Notre Dame. Na verdade, desde o século V, com o batismo de Clóvis por Saint Remi, Reims está intimamente ligada à história da França. As cerimônias de coroação dos reis da França tiveram lugar nestes dois monumentos.


Catedral de Note Dame em Reims





 Catedral de coroações, Notre-Dame de Reims, chamada na Idade Média, a "rainha das igrejas na França", foi construída em cerca de um século entre 1212 e 1300, de acordo com um programa de riqueza incomparável. A nave e abóbadas foram projetadas de acordo com uma fórmula de mais moderno no século XIII, dando origem ao Reims gótico que iria inspirar toda a Europa. Através das muitas esculturas, principalmente o oeste e a norte, portões, decoração e vidro original, a catedral proclama a glória de Maria e o papel da Igreja na história e a promessa de salvação.

BASILIQUE SAIT RÉMI










Em 533, o bispo Remi de Reims , morre aos 96 anos. De uma família galo-romana, ele batizou Clóvis, rei dos francos. Seu corpo é depositado, fora dos muros, em uma capela dedicada a São Cristóvão, substancialmente no local do túmulo real. Sua fama de santidade e de milagres atraiu peregrinos rapidamente. Em seguida, é ampliada a capela original para o tamanho de uma igreja onde o corpo é transferido para no dia solene de 01 de outubro, que se torna St. Remi. Cerca de 750-760, o Arcebispo Tilpin (Turpin na Chanson de Roland) escolhe os monges beneditinos como Assistente de Saint Denis para acolher e orientar os peregrinos. Este é o começo de mais de mil anos de vida monástica.

PORTE  MARS
O Portão de Marte (ou porta março) é um monumento romano de Reims  do século III. Leva o nome de um templo nas proximidades de março , o deus romano da guerra. Este monumento é o maior arco do mundo romano. O Portão de Marte foi classificado monumento histórico em 1840.


Visita a veuve-clicquot


Uma das viniculas mais importantes da região de champanhe .

Consultas:

Borgonha 1 - Genebra para Dijon


13º DIA – 15/09 GENEBRA – DIJON
Cerca de 2h 50min de carro
DIJON




Dijon é a capital da região Bourgogne, antiga capital dos Duques que na idade média possuíam um império mais vasto e importante que o da coroa francesa: o ducado ia da atual Borgonha até a Suíça, e da Bélgica até a Holanda e Luxemburgo. Por isso em Dijon tudo gira em torno dos ducs de Bourgogne: Philippe le Bon, Charles le Téméraire, Philippe le Hardi e Jean Sans Peur são nomes que se vê  pra todo lado. Foi só em 1678, sob o reinado de Louis XIV, que a Borgonha foi anexada ao reino da França depois da morte de Carlos, o Terrível. Antes disso, o país enfrentava a Inglaterra na Guerra dos Cem Anos e o ducado imperou numa região dividida entre França, Alemanha, Holanda e Bélgica. Seu apogeu foi vivido nos séculos XIV e XV, com significativa produção cultural.  
Dijon é conhecida atualmente por seus vinhedos e pela mostarda. Quem nunca ouviu falar na famosa mostarda de Dijon?

PALAIS DES DUCS



 É o ponto alto da cidade, era uma antiga fortaleza que passou por várias reconstruções e por isso mistura diferentes estilos arquitetônicos. O prédio foi construído para abrigar o parlamento no século XVII e hoje mantém o Musée de Beaux-Arts e a administração municipal. Nos seus arredores, vários restaurantes e bares convidam a uma paradinha para o deleite com a gastronomia local, que inclui escargots, trutas, queijos e a conhecida mostarda Dijon.
CATEDRAL DE NOTRE-DAME
 Dentre as belíssimas construções da cidade, destaca-se a Catedral de Notre-Dame de Dijon, do século XIII.  Igreja em estilo gótico do século XIII com as tradicionais gárgulas da época em sua fachada. Em um dos seus pilares, a família Chambellan mandou esculpir uma coruja que se tornou o símbolo da cidade. Dizem que todos os que passarem a mão nela terão sabedoria e felicidade.
As principais atrações turísticas da cidade são sinalizadas pela Trilha das Corujas, a mesma da Catedral. São 22 pontos marcados no chão com o desenho de uma pequena coruja. No centro de informações turísticas (Office de Tourisme) são distribuídos folhetos com a rota que leva em torno de uma hora para ser percorrida a pé, segundo informações do site este folheto existe na língua portuguesa, que bom! Nesta trilha estão a Igreja de St. Michel que mistura os estilos gótico e renascentista, o Hotel Aubriot com suas coloridas telhas vitrificadas. Pertinho dali fica o mercado da cidade que vende produtos típicos da região. Não dá para deixar de fora. Outras atrações são A Place de La Libération, o Jardim Darcy, bem perto um do outro, o museu arqueológico, a catedral St.-Bégnine e o Museu de Belas-Artes são atrações interessantes tem esculturas, obras e objetos antigos bem legais. Além disso, podemos caminhar pelas ruazinhas estreitas com casas antigas e charmosas que deixam o madeirame à vista.  Na Rue de la Liberté ficam lojas ótimas, como a Galeries Lafayette e a Boutique Maille, que vende uma quantidade enorme de mostardas diferentes (existe uma réplica desta loja em Paris, na Madeleine), aromatizadas até com caviar. Podemos degustar várias e escolher a preferida.


Consultas:

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Nice - Genebra


12º DIA – 14/09 – NICE – GENEBRA

Duração de viagem: cerca de 5h 16 minutos até o hotel
    Do Hotel até o Centro da cidade – 40 minutos
 GENEBRA
Genebra é o centro cultural e econômico da Suíça de expressão francesa. Ao mesmo tempo, a cidade é também a mais internacional: mais de 43% da população é de estrangeiros. Com 175 mil habitantes, Genebra abriga mais de 200 organizações internacionais. Na sua história, a cidade se destaca por ter abrigado Jean Calvin, o mentor da reforma protestante calvinista. Genebra é a cidade mais internacional da Suíça. Mais de 43,8% da sua população de 175 mil habitantes é de estrangeiros. Não é à toa: a cidade abriga mais de 200 organizações internacionais, como a representação europeia da Organização das Nações Unidas e a Organização Mundial do Comércio (OMC). Situada às bordas do lago Léman e localizada na fronteira com a França, Genebra é uma cidade limpa, segura e organizada. Ao mesmo tempo, ela oferece boas possibilidades de excursões de barco e passeios nas montanhas próximas.
Lago Leman





O lago fica no meio da cidade, separando a chamada “velha” e a “nova” cidade. Neste lago há o famoso o jato d'água - Jet d'Eau, que alcança até 140 metros de altura.

Relógio de Flores
Na frente  do lago fica uma praça onde há o famoso relógio de flores (esta na contra-capa do livro “Onze minutos” de Paulo Coelho), nesta praça também podemos encontrar toda a história da fundação da cidade pelos monumentos.






Catedral St-Pierre
 É um dos principais marcos da Reforma Protestante, que está para Genebra como a Notre Dame está para Paris. A Catedral está situada no centro histórico e é desde 1535, a principal igreja protestante da cidade.


Sede da ONU





Genebra é um grande centro da diplomacia internacional e sede de vários organismos internacionais, como a ONU – Organização das Nações Unidas e a OMS – Organização Mundial de Saúde. Por isso, uma visita a Genebra não está completa sem uma visita à sede da ONU.
A Organização das Nações Unidas é uma instituição internacional formada por 192 países. Foi fundada após a 2ª Guerra Mundial, com o objetivo de manter a paz e a segurança global, além de promover melhoras nos padrões de vida e direitos humanos. A sede principal fica em Nova York. Em Genebra, fica o belíssimo Palais des Nations, maior representação da ONU fora dos EUA. Na praça em frente à ONU há uma enorme escultura de madeira em forma de cadeira, com uma das pernas quebradas (Broken Chair), feita pelo artista suíço Daniel Berset. Simboliza a luta contra o uso e a fabricação de minas antipessoais.



Museu da Cruz Vermelha
O Museu Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho ilustra a história das atividades humanitárias através de guerras e catástrofes naturais. A herança deixada pelo genebrino Henry Dunant deu origem à maior organização humanitária do mundo. "Cada um é responsável por tudo diante de todos": esta frase Dostoievski, gravada na entrada do museu, acolhe o visitante. E o convida a interrogar-se sobre seu próprio papel: a miséria humana talvez não seja apenas obra do destino. Percorrendo um século e meio de guerras e catástrofes, o Museu traça o retrato de um homem e de um projeto que não podiam opor-se ao curso das tragédias, mas aliviaram muitos sofrimentos.

Museu do Relógio – Museu Patek Philippe
Localizado em um edifício construído no início do século 20, a Patek Philippe Museum exibe importantes coleções de relojoaria e esmaltagem de Genevese, origem suíça e europeia, que data do 16 ao século 20.
Uma biblioteca inteiramente dedicada à relojoaria e seus súditos documentos relacionados com estas coleções históricas que são essencialmente compostos por relógios, autômatos, musicais e miniatura, retrato pintado em esmalte, bem como criações de prestígio da empresa Genevabased desde a sua fundação em 1839. 

Consultas: